Professores, estão disponíveis para download o Planejamento
de Aula, o Relatório Final de Aula e o Portfólio. Todos
como arquivos do Word (.doc).
Cada aula planejada com a temática da Caatinga deve ter um
Planejamento e um Relatório. O Portfólio é a compilação de todas as aulas e
anexos de um bimestre.
A exposição itinerante Caatinga, Um Novo Olhar - Entre Nesse
Clima iniciou o ciclo de visitas às escolas de Fortaleza participantes
do Programa de Educação Ambiental do Projeto No Clima da Caatinga. Esta ação é
realizada em parceria com a SME - Secretaria Municipal de Educação de
Fortaleza.
Ao longo do ano de 2015 a exposição irá para todos os distritos de
Fortaleza, também conhecidos como regionais. Contando com uma itinerância por
distrito, o objetivo é contemplar as escolas da rede pública municipal que tiveram
professores e coordenadores participando do ciclo de capacitações em Educação Ambiental
em 2014. Eles retomaram a implantação do Programa no início do ano letivo deste
ano.
A primeira itinerância da exposição esteve entre os dias 23 de fevereiro a 03 de março na
Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Fragoso, do Distrito 01. Recebeu a visita de todos os alunos
da escola e de escolas vizinhas, entre elas a EMEF Herondina Lima Cavalcante e EMEIF
Aldemir Martins, participantes do Programa. Como parte das atividades da
exposição, doze alunos da Escola Dom Fragoso foram capacitados e atuaram como
monitores, ajudando os visitantes a aproveitar melhor os conteúdos dos painéis
interativos.
Confira outras fotos da exposição nos nossos álbuns do Flickr.
Já deve ter acontecido com você que lê o nosso blog: viu a postagem, se interessou pelos nossos materiais disponibilizados no Issuu, abriu o link mas não encontrou o botão de download. "Normal", afinal o Issuu não é uma plataforma tão conhecida, não é mesmo? Neste post ensinaremos como definitivamente não perder mais nenhuma postagem. Veja o passo a passo e não fique de fora! 1. Entre no link do Issuu pelo qual se interessou e deseja fazer download do material. 2. Ao entrar no link desejado, você verá a seguinte barra de opções logo abaixo da publicação.
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Esperamos que esse tutorial tenha sido útil. Até a próxima!
Estamos vivendo em constante
avanço tecnológico, onde o que hoje é considerado de última geração amanhã pode
ser considerado obsoleto. As pessoas querem sempre estar com o que há de mais
novo no mercado de eletroeletrônicos, mas para isso os antigos são descartados. E
para onde vai o lixo eletrônico?
A destinação final do lixo eletroeletrônico
é um grande problema e pouco se fala sobre isto. Assim, grande parte destes
equipamentos acaba indo para o lixo comum e consequentemente para os lixões e
aterros sanitários, contaminando o solo. De acordo com um dos relatórios da
Organização das Nações Unidas (ONU) sobre esta questão, o volume anual de eletrônicos descartados
no planeta aumenta 40.000 toneladas todos os anos.
A Política Nacional de Resíduos
Sólidos foi aprovada e torna obrigatória à destinação adequada de resíduos
eletroeletrônicos no Brasil. A base da Lei diz que devem ser estruturados e executados
sistemas de logística reversa, ou seja, o retorno de produtos após serem
utilizados pelo consumidor.
Fonte: Planeta Sustentável
O artigo 33 da Política Nacional
de Resíduos Sólidos, lei nº 12.305, prevê que alguns produtos devem ser devolvidos
no pós-consumo: agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias;
pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes,
de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; produtos eletroeletrônicos e seus
componentes.
Desde 2014 empresas são obrigadas
a recolher e dar destino adequado a seus produtos. A lei proíbe a eliminação de
resíduos onde possa haver contaminação da água ou do solo. Se não descartados corretamente esses
resíduos podem contaminar solo e lençóis freáticos, pois traz mais de 60 tipos
diferentes de substâncias. Muitas delas são tóxicas e portanto, nocivas à
saúde. Entretanto apenas nas grandes cidades do país existem postos
de coleta dos eletroeletrônicos.
Fonte: Recicle
Neste período de seca, os poços
perfurados nas cidades que estão sofrendo com a falta d’água podem estar
contaminados, já que a contaminação, causada pelo descarte errado do lixo
eletrônico, pode atingir os lençóis freáticos que abastecem os poços.
Já existem empresas que trabalham
com a logística reversa, que é a responsabilidade comum pelo ciclo de vida dos
produtos, o "conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos
fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e
dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos
sólidos para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem
como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental
decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei."
Ou
seja, a lei exige que as empresas assumam a responsabilidade pelos produtos descartados na natureza e cuidem da adequada destinação ao final de seu
ciclo de vida útil. Um exemplo de empresa que trabalha com isso é a Claro.
Abaixo temos um vídeo educativo, uma cartilha e um infográfico sobre
lixo eletrônico. Confira!
O pesquisador Antônio Nobre, ao analisar artigos científicos
sobre a Amazônia e sua relação com o clima e as chuvas no Brasil, concluiu que
o desmatamento dessa região influencia a falta de água enfrentada pelas regiões mais
populosas do país, incluindo o Sudeste. A diminuição da quantidade de árvores no bioma impede o
fluxo de umidade entre o Norte e o Sul do País.
A falta de precipitação no Sudeste,
em especial no estado de São Paulo, seria consequência indireta do desmatamento
amazônico.
A retirada da cobertura vegetal interrompe o fluxo de
umidade do solo para a atmosfera. Desta forma, os “rios voadores” não “seguem
viagem”, causando a escassez hídrica.
E o que são os Rios Voadores?
São as grandes nuvens de umidade responsáveis pelas chuvas,
que são transportadas pelos ventos desde
a Amazônia até o Centro-Oeste, Sul e Sudeste brasileiro.
Essa umidade, nas condições meteorológicas propícias, se
transforma em chuva. É essa ação de transporte de enormes quantidades de vapor
d’água pelas correntes aéreas que recebe o nome de rios voadores – um termo que
descreve perfeitamente, mas em termos poéticos, um fenômeno real que tem um
impacto significante em nossas vidas.
A floresta amazônica funciona como uma bomba de água: ela
puxa para dentro do continente a umidade evaporada pelo Oceano Atlântico e
carregada pelos ventos. Ao seguir terra adentro, a umidade cai como chuva sobre
a floresta. Pela ação da evapotranspiração das árvores sob o sol tropical, a
floresta devolve a água da chuva para a atmosfera na forma de vapor. Dessa
forma, o ar é sempre recarregado com mais umidade, que continua sendo
transportada rumo ao oeste para cair novamente como chuva mais adiante.
A água é o principal condutor dos
efeitos das mudanças climáticas que, para o ser humano, se resumem nos eventos
extremos: inundações, furacões, nevascas fora de época, rios transbordados e a
falta de água acarreta a seca, que vem assolando além do Nordeste também parte
do Sudeste do Brasil.
O desmatamento causa, de início, um
efeito local e com o seu aumento o efeito vai expandindo-se e afetando uma
população maior. Com a perda florestal, a comunidade local deixa de ter o fluxo
regular de água potável e proteção contra inundação e seca.
Quando a
cobertura florestal é perdida, enxurradas correm rapidamente em córregos,
elevando os níveis dos rios, submetendo as comunidades, cidades, e campos
agrícolas à inundação, especialmente durante a estação chuvosa. Durante a
estação de seca, essas áreas de desmatamento podem ser propensas a meses de
longas secas que interrompem a navegação do rio, causando estragos nas
colheitas, prejudicando o abastecimento de água das cidades e atrapalhando operações
industriais.
Imagem de 14 de outubro deste
ano mostra árvore solitária em área devastada pelo desmatamento ilegal na
floresta amazônica no estado do Pará (Foto: Raphael Alves/AFP)